QUINCY

Quincy era uma cleptomaníaca arrogante. Todos os dias, eram dias, para Quincy se colocar em problemas. Ela dizia que não tinha medo de nada, que o medo só vigorava na cabeça dos mais fracos. Ruskin discordava e dizia-lhe em brincadeira, que um dia ela morreria de medo.

Quincy sabia que tinha medo, embora teimosamente dissesse o contrário. É improvável alguém fingir tão obcessivamente que desconhece o medo, como se isso elevasse alguém, acima de todos os outros, através de um patamar de cristal, sob risco de quebrar a qualquer momento.                

O cristal partiu e a falsa superioridade, transformou a arrogância em humildade. De mãos ao alto, Quincy foi presa, sentia-se cheia de medo de ir para a prisão e jurou que faria tratamento.

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